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Uma carta.


Para um cara,

Olá,  não sei se é assim que se começa uma carta, acho que deveria ser "Oi meu amor", ou então "Olá, está sentindo falta de mim?"

Não.
Acho que um "Olá" casual e distante descreve melhor a distancia que você fez questão de colocar entre nós. Não te entendo, mas tenho que entender.
Quando vi que enfim você me daria esperanças de algo entre nós que fosse mais que tardes sem comprometimentos.
Aquele "já deu o que tinha que dar" foi trágico. foi como uma punhalada no meu peito. Doeu tanto.Porque fez isso?
Primeiro me fala coisas bonitas, me faz acreditar em você, me faz ficar com saudade e esperar inutilmente com o celular nas mãos a sua ligação.

Me fez acreditar no seu "eu te amo", na musica que você dizia ser tema de "nossos corações" e até naquele sorriso que agora sei, eram falsos, mas que me fazia ficar derretida por você quando o via a distancia.


Porque fez isso? Não sou seu brinquedo, não sou um fantoche. Sou mulher feita de sentimentos e infelizmente capaz de amar. Que tonta eu fui. 


Acreditei tanto em você que no fundo penso que essa carta vai fazer as coisas mudarem, porque tonta sou, ou porque apaixonada fiquei, Não sei bem a diferencia. 

Acreditei e agora como eu fico, você foi embora. E agora como eu fico.


Entre milhões de duvidas que me consomem por sua causa, essa eu posso responder..Vou ficar aqui chorando, e descontando em um pedaço de papel minha ira, minhas emoções, e depois vou ler, chorar mais um pouco me lembrar de você e enfim com o tempo vou ter mais uma cicatriz deixada e esquecida.


Até que como a boba que sou, vou me deixar levar de novo por um sorriso bonito, por palavras bonitas, por sentimentos maiores por alguém assim, parecido com você. Ou totalmente diferente . O tempo dirá. 



Esse texto já foi publicado aqui. Mas estruturei melhor e republiquei. Engraçado ler coisas antigas  minhas. Nunca escrevo o que realmente se passa comigo, e depois vejo que tem tanta coisa de mim.

Em mãos alheias




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Fonte: tumblr.

Vou pegar um ônibus 06 h da manhã, demora 5 minutos para que ele aponte na avenida, dou o sinal para que ele pare. Entro, pago a passagem  e  vejo se tem algum lugar para eu me sentar, ao fundo encontro um único local vazio, vou até lá e me sento. Ao meu lado uma moça  que aparenta ter seus 12 anos lê seu exemplar da escritora Thalita Rebouças.
Meia hora depois e a moça marca aonde parou sua leitura, fecha o livro e desce três pontos antes do meu destino. Sigo viagem.
Na transferência do ônibus para o metrô vejo três pessoas andando rapidamente para as escadas, cada qual com um livro na mão.Só consigo repara neles enquanto espero o próximo metrô, que aliás deve vir lotado.
A primeiro que reparo é uma moça jovem que subiu correndo, talvez indo trabalhar ou estudar, provavelmente muito atrasada, carregando nos ombros uma bolsa grande demais para seu tamanho,  nas mãos cadernos, um livro de anatomia e um livro menor com um nome feminino, dizia na capa que era o mais vendido do ano.Ela o lia com voracidade, alguma coisa parecia não tê-la agradado, pois com uma careta discreta no rosto, vejo ela delicadamente pular algumas páginas.

A segunda pessoa reparei enquanto esperava o segundo metrô na estação, provavelmente não conseguiria entrar de novo, estava muito lotado aquele dia, um senhor de idade com um pesado livro aberto nas mãos , lia sem pressa, parei alguns segundos para reparar suas expressões ao ler cada linha, parecia ser algo muito interessante pois sorria timidamente enquanto percorria as paginas com os olhos indo rapidamente de uma direção a outra.
A terceira pessoa que reparo, uma moça, com um ar de superior, maquiagem bem feita e uma roupa discreta, com um salto médio nos pés. Ela entrou no mesmo compartimento do metrô que eu, enquanto me equilibrava para não cair, vi que ela segurando com uma das mãos o livro que lia não apresentava problema nenhum de desequilíbrio Lia com atenção, consegui ver a capa era aquele livro que tantos falam e que sempre vejo na mão de alguém, "Cinquenta tons de cinza" era o nome do livro.
Mais algumas escadas, 15 minutos até a linha amarela, e mais alguns livros pelo meu caminho. Por todo canto um novo, ou igual apenas em mãos diferentes.
Reparei em um livro que se tornou comum para mim, não só aquele dia, que prestei mais atenção nos livros alheios, mas todos os dias ou em quase todos eu o tinha visto nas mãos de alguém, terminei a viagem, duas horas depois de muito aperto, pressa e atrasos ao meu destino cheguei.Sem saber o nome do livro.

Demorei algum tempo para conseguir ler o nome do autor, o nome que vi era Martin, que era maior que o nome do livro em si , que em uma pequena pesquisa descobri ser "A guerra dos Tronos" de George R.R. Martin, uma saga, fiquei curiosa para ler.

Este será o próximo livro que terei em mãos. Talvez você me veja por ai com meu problema de equilíbrio em algum trem, ônibus ou metrô indo ao trabalho, com um livro nas mãos tão interessada quanto todos os personagens deste texto.

PS: E você tem lido muito? Na suas trajetórias para escola, trabalho tem visto muitos livros em mãos alheias? Comente!




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Fonte: tumblr.


Vou pegar um ônibus 06 h da manhã, demora 5 minutos para que ele aponte na avenida, dou o sinal para que ele pare. Entro, pago a passagem  e  vejo se tem algum lugar para eu me sentar, ao fundo encontro um único local vazio, vou até lá e me sento. Ao meu lado uma moça  que aparenta ter seus 12 anos lê seu exemplar da escritora Thalita Rebouças.

Meia hora depois e a moça marca aonde parou sua leitura, fecha o livro e desce três pontos antes do meu destino. Sigo viagem.

Na transferência do ônibus para o metrô vejo três pessoas andando rapidamente para as escadas, cada qual com um livro na mão.Só consigo repara neles enquanto espero o próximo metrô, que aliás deve vir lotado.

A primeiro que reparo é uma moça jovem que subiu correndo, talvez indo trabalhar ou estudar, provavelmente muito atrasada, carregando nos ombros uma bolsa grande demais para seu tamanho,  nas mãos cadernos, um livro de anatomia e um livro menor com um nome feminino, dizia na capa que era o mais vendido do ano.Ela o lia com voracidade, alguma coisa parecia não tê-la agradado, pois com uma careta discreta no rosto, vejo ela delicadamente pular algumas páginas.

A segunda pessoa reparei enquanto esperava o segundo metrô na estação, provavelmente não conseguiria entrar de novo, estava muito lotado aquele dia, um senhor de idade com um pesado livro aberto nas mãos , lia sem pressa, parei alguns segundos para reparar suas expressões ao ler cada linha, parecia ser algo muito interessante pois sorria timidamente enquanto percorria as paginas com os olhos indo rapidamente de uma direção a outra.

A terceira pessoa que reparo, uma moça, com um ar de superior, maquiagem bem feita e uma roupa discreta, com um salto médio nos pés. Ela entrou no mesmo compartimento do metrô que eu, enquanto me equilibrava para não cair, vi que ela segurando com uma das mãos o livro que lia não apresentava problema nenhum de desequilíbrio Lia com atenção, consegui ver a capa era aquele livro que tantos falam e que sempre vejo na mão de alguém, "Cinquenta tons de cinza" era o nome do livro.

Mais algumas escadas, 15 minutos até a linha amarela, e mais alguns livros pelo meu caminho. Por todo canto um novo, ou igual apenas em mãos diferentes.

Reparei em um livro que se tornou comum para mim, não só aquele dia, que prestei mais atenção nos livros alheios, mas todos os dias ou em quase todos eu o tinha visto nas mãos de alguém, terminei a viagem, duas horas depois de muito aperto, pressa e atrasos ao meu destino cheguei.Sem saber o nome do livro.



Demorei algum tempo para conseguir ler o nome do autor, o nome que vi era Martin, que era maior que o nome do livro em si , que em uma pequena pesquisa descobri ser "A guerra dos Tronos" de George R.R. Martin, uma saga, fiquei curiosa para ler.



Este será o próximo livro que terei em mãos. Talvez você me veja por ai com meu problema de equilíbrio em algum trem, ônibus ou metrô indo ao trabalho, com um livro nas mãos tão interessada quanto todos os personagens deste texto.



PS: E você tem lido muito? Na suas trajetórias para escola, trabalho tem visto muitos livros em mãos alheias? Comente!

Na avenida



Ela caminha, na rua, postura ereta.
a roupa bonita, os cabelos penteados.
olha para os lados
encontra um olhar desvia.
finge que não viu.
Ela anda um pouco mais apressada
ve um par de olhos verdes
que a encara,
acordou apressada, não se arrumou como gostaria,
os fios dos cabelos desgrenhados chamam
a atenção do rapaz.
A moça sem pressa caminha.
A avenida é longa muitas lojas a atraem, com salto alto e batom vermelho,
no meio de tantas outras, não chama a atenção de quem passa.
Espera,tem alguem ali que a observa.

É apenas mais uma mulher,que de braços dados com seu rapaz
se impressiona com seu nariz em pé e seu salto alto que a ela não lhe satisfaz.


lacos 2

Olha o que me acontece !!

As vezes eu olhava pro alto deitada em minha cama, pensando o que eu tenho feito dessa minha vida... cheguei a uma conclusão..

Não tenho feito nada que outros adolescentes não tenham feito...eu não tenho feito nada que me sobressaia sobre os demais...eu não tenho feito nada para ser alguem diferente....

Bateu uma depressão por isso... :(
Quem me conhece sabe, gosto de ser diferente...não daquelas que quer aparecer perante os outros ....não aquela que quer parecer ser melhor que os outros....aliás abomino pessoas assim!!
Gosto de ter atitudes diferentes, de seguir caminhos que me levem ao sucesso, ao brilho de algo que me faz bem, algo que me deixa me sentir e dar o prazer de fazer as pessoas se sentirem bem também!!

Como pode eu não ter feito nada ainda??

Era essa a minha duvida, será que quando se termina o colegial ...ficamos assim, todos pensando em como ser uma pessoa de sucesso, uma pessoa melhor ...uma pessoa que faça as pessoas se sentirem felizes por vc estar feliz?? Acredito que é isso o que ocorre comigo...

Vendo o que eu escrevi até aqui, vocês devem estar acreditando que lêem relatos de alguem que não faz nada da vida, que fica só na internet, saindo e tals... Não é bem assim...pessoal não me confundam..rs

Estou procurando algo pra fazer do tipo lazer, trabalho como operador de telemarketing, e estou estudando para se Deus quiser começar a faculdade...........

Estou perdida, por dentro sabe? Queria algo para me sentir sólida no que faço, no quero para meu futuro...
Não estou falando em namorar, estou falando em situações....

Situações...mera situações que podem acontecer...ou será que aconteceu?
Será que o curso que pretendo seguir é o certo ??? #medoo
Será que o que estudo é o suficiente, estarei preparada para o temível vestibular??
Será que estou fazendo o certo em deixar tudo...meus pais ..minha casa...minhas irmãs...amigos..aqui...deixar o meu porto seguro...para tentar, arriscar algo que não sei se vai dar certo ???

Muitas perguntas ...para uma cabeça só....

Penso que escrever aqui me abra as idéia...as ideais que talvez estejam apenas planando sem rumo...ou só estão esperando o momento para cair...

Em cima de mim ....

Bjss

Quando menos se espera...

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foto retirada do blog: le love
"Tudo acontece quando menos se espera"
Foi isso que ouvi da boca de minhas amigas, nas redes socias, no nick do msn e de outras tantas formar por ai. Uma coisa tão cliché, que quando não se encaixa de  nenhum modo na nossa vida, temos a impressão (errônea) de que não tem sentido algum para ninguem. "Bobeira" não é assim que pensamos?


Das frases feitas que estão a todo momento me encontrando, essa em especial me fez parar para pensar, refletir de uma forma que nenhuma outra frase, muitas vezes sem sentido nenhum para mim me fez parar para refletir.


O porque disso? Bom, é muito normal que as coisas não se faça acontecer do jeito que esperamos. Planejamos,  traçamos planos, marcamos no calendário, Mas nunca sai do jeito que queremos, isso não se dá só quando queremos viajar e não rola ou quando marcamos de um fim de semana inesquecível em um sitio... e chove. Acontece. Neste caso, esta frase simplesmente resume o que vejo acontecendo com muitos "corações", inclusive o meu.


Eu vejo muitas pessoas reclamando que ninguem em especial aparece, reclama do solteirismo e ao mesmo tempo não cansa de dizer que "adora" estar solteira. Que sempre está ali nas festas, no barzinho, na escola, no trabalho mirando em alguem e imaginando "um futuro" pretendente, um "futuro "amor"...vai me dizer que não é assim?? E quando estamos no ápice da carência vemos aqueles casais...Haaa que tortura é aquilo, é "eu te amo" para cá,  abraços e beijos para lá. E porque não é agente? Porque não sou eu? Porque estou solteira? Tem alguma coisa errada comigo..


Ai vem as neuras, quer mudar tudo, acha que o problema é com você. Pronto deu "a louca"...Quer ir pro salão mudar o que for preciso, muda o guarda roupa, liga para as amigas tentando descobrir algum "problema" visível que ainda não conseguiu enxergar. Um desespero só...
E depois a procura... algumas atiram para todos os lados outras rezam para aparecer alguem assim do nada.. Até aquele cara que você nunca deu muita bola, vira um tentação em questão de segundos... Só tem um problema. Nunca aparece ninguem, mesmo com todos os nossos esforços nossa vontade. Ninguem.


"desisto, o problema é comigo" - frase boba essa, tantas vezes repetidas, é o momento pena de si mesma, as comedias mais românticas e bobas são suas preferidas, os livros te fazem chorar sem motivo... è no momento que você acha que não tem mais jeito que ele aparece...


Em uma conversa casual em um bar, na lanchonete. Em um esbarrão no metro com  pedidos de desculpas. Um parente de sua amiga que acaba de chegar na cidade,. um novo colega de classe e uma ajuda com aquela matéria que não entra na sua cabeça.
Assim acontece, do nada.
Tanto procurou, tanto fez e reclamou e ninguem aparece, "mas quando menos se espera está ele ali", perguntado as horas em um dia qualquer que você eventualmente esqueceu de por aqueles brincos novos que você acredita que te dá sorte ou estava cansada de mais para uma produção melhor.Justo naquele dia que você não estava se sentindo bem consigo mesma. Coisas da vida vai entender...

Carta a Meredith - Uma Boa alma nos correios americanos





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Recebo sempre correntes (chatas) por Email, aquelas que se você não mandar para todos os seus contatos, algo ruim vai lhe acontecer, pois bem, hoje não me chegou nenhuma corrente chata, também não me importo com isso, mas chegou um texto lindo, que li e logo pensei sim em repassar para todos os meus contatos e claro em repassar aqui para que todos vocês possam também compartilhar desta linda mensagem. 

 Não vou enrolar mais, só leiam: 


Cachorra morre e menina de quatro anos escreve a Deus.


Não se sabe quem respondeu, mas existe uma belíssima alma trabalhando no arquivo morto dos correios americanos. Abbey, nossa cadelinha de 14 anos morreu no mês passado. No dia seguinte a seu falecimento, minha filha de 4 anos, Meredith, chorava e comentava sobre a saudade que sentia de Abbey. Ela perguntou se poderia escrever uma carta para Deus para que, assim que Abbey chegasse ao céu, Deus a reconhecesse. Eu concordei, e ela ditou as seguintes palavras:

"Querido Deus 

O Senhor poderia tomar conta da minha cadela? Ela morreu ontem e está ai no céu com o Senhor. Estou com muitas saudades dela. Fico feliz porque o Senhor deixou ela comigo mesmo que ela tenha ficado doente. Espero que o Senhor brinque com ela. Ela gosta de nadar e de jogar bola. Estou mandando uma foto dela para que assim que a veja, o Senhor saberá logo que é a minha cadela. Eu sinto muita saudade dela. Meredith."


Pusemos num envelope a carta com uma foto de Abbey com Meredith e a endereçamos: Deus - Endereço: Céu. Também pusemos nosso endereço como remetente. Então Meredith colou um monte de selos na frente do envelope, pois ela disse que precisaria de muitos selos para a carta chegar até o céu. Naquela tarde ela colocou a carta numa caixa do correio. Dias depois ela perguntou se Deus já tinha recebido a carta. Respondi que achava que sim. Ontem havia um pacote embalado num papel dourado na varanda de nossa casa, endereçado a Meredith numa caligrafia desconhecida. Dentro havia um livro escrito por Mr. Rogers, intitulado “Quando um animal de estimação morre”. Colada na capa interna do livro estava a carta de Meredith. Na outra página, estava a foto das duas com o seguinte bilhete:


"Querida Meredith,

A Abbey chegou bem ao céu. A foto ajudou muito e eu a reconheci imediatamente. Abbey não está mais doente. O espírito dela está aqui comigo assim como está no seu coração. Ela adorou ter sido seu animal de estimação. Como não precisamos de nossos corpos no céu, não tenho bolso para guardar a sua foto. Assim, a estou devolvendo dentro do livro para você guardar como uma lembrança da Abbey. Obrigado por sua linda carta e agradeça a sua mãe por tê-la ajudado a escrevê-la e a enviá-la pra mim. Que mãe maravilhosa você tem!! Eu a escolhi especialmente pra você. Eu envio minhas bênçãos todos os dias e lembro que amo muito vocês. A propósito, sou fácil de encontrar: estou em todos os lugares onde exista amor.
Com amor, Deus."




Que bom seria se existisse uma alma boa a cada lugar que nossos olhos se direcionassem.... 






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